sexta-feira, 11 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Aspectos comparativos entre os ciclos de vida de diferentes plantas - perspectiva evolutiva
As plantas provavelmente evoluíram a partir das Clorófitas (algas verdes), pois plantas e Clorófitas possuem reservas de amido, parede celular de composição celulósica e os seus pigmentos fotossintéticos são os carotenóides, a clorofila a e a clorofila b.
Com as Angiospérmicas surge a flor, e por isso a polinização entomófila, que, ao permitir cruzar diferentes plantas, aumenta a sua variabilidade genética. A semente passa a estar encerrada num pericarpo, pois o óvulo que lhe deu origem está protegido porum ovário, parte constituinte do carpelo. A presença de um pericarpo atrai os animais e assim aumenta a área de dispersão destas sementes, logo destas plantas.
As plantas epífitas não se enraízam no solo. Vivem cima de outros organismos vegetais e, graças a raízes aéreas, absorvem a água e os sedimentos que se acumulam na base. Na base das bromélias (foto ao lado), é frequente acumular-se água, que é usada como recurso por aves e mamíferos.
As primeiras plantas, logicamente muito simples, dependiam muito da água, tendo a sua evolução passado por uma perda da necessidade de água, o que as obrigou a adquirir mecanismos que lhes evitassem a perda de água e lhes aumentassem a capacidade de reserva em água, para assim sobreviverem em meio terrestre. A aquisição destas características não resultou de um processo tipo lamarckista, mas antes de um processo de selecção à variabilidade genética expressa nos fenótipos destas plantas.
Do ponto de vista evolutivo, as Briófitas (plantas avasculares) surgiram primeiro dando posteriormente lugar às Traqueófitas (plantas vasculares). A aquisição dos vasos condutores imprimiu desde logo uma maior independência das Traqueófitas relativamente à água.
A presença destes vasos não só lhes permitiu absorver e transportar mais água e sais minerais, como lhes permitiu fazer a sua reserva podendo, deste modo, aumentar mais as suas dimensões, pois a taxa fotossintética aumentou e por isso aumentaram também os valores energéticos disponíveis. As Briófitas, devido à ausência de vasos vasculares, são plantas de reduzidas dimensões em relação à maioria das Traqueófitas.
As plantas Traqueófitas continuaram a sofrer um processo evolutivo.
As Filicíneas são Traqueófitas que se disseminam apenas por esporos. Sendo vasculares são mais evoluídas que as Briófitas; no entanto, a ausência de uma semente torna-as menos evoluídas que uma Gimnospérmica. Este facto também pode ser analisado através das suas gerações esporófita e gametófita.
As plantas, porque possuem meiose pré-espórica, possuem alternância de gerações, logo uma geração esporófita, diplóide, pois resulta da transformação de um ovo em esporos. A geração gametófita, como corresponde à transformação de esporos em gamelas, coincide com a haploidia. Significa isto que quanto mais evoluída for a planta mais desenvolvida é a geração esporófita, logo a diplofase, o que leva à existência de um maior número de cromossomas, logo uma maior variabilidade genética e uma maior capacidade de adaptação ao meio. Como podes verificar na tabela 6, a Briófita é a que apresenta uma menor geração esporófita, sendo o esporófito parasita do gametófito. A Filicínea, mais evoluída, já possui uma geração esporófita mais desenvolvida que a geração gametófita, sendo o esporófito e o gametófito nutricionalmente independentes. A Angiospérmica inverte a situação da Briófita, pois a geração esporófita é dominante em relação a uma reduzida geração gametófita, sendo o gametófito parasita do esporófito.
As Gimnospérmicas introduzem a novidade das sementes, no entanto, devido à ausência de flor, estas sementes são nuas e desprotegidas de um pericarpo. A presença de uma semente permite ao embrião aguardar melhores condições de sobrevivência, mantendo-se em latência, e as reservas permitem a sua nutrição durante o desenvolvimento embrionário. É com as Gimnospérmicas que surge o tubo polínico e a fecundação independente da água.
Disseminação de sementes
O Tucano de Swainson tem mais de meio metro de comprimento e costuma pousar nas árvores em frutuficação. Apesar de ingerir essencialmente frutas, também caça pequenos répteis e, ocasinalmente, captura crias nos ninhos.
Fonte : National Geographic - Julho 2006
Powerpoint com exercícios de Biologia 10 e 11 (Revisão) LINK
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Prados do Serengueti
O Parque Nacional de Serengueti é um parque nacional de grandes dimensões (cerca de 40.000km²), no norte da Tanzânia e também pelo Quénia, África. Ele é famoso pelas migrações anuais de gnus, zebras e gazelas que acontecem de maio a junho.
No Parque vivem mais de 35 espécies de grandes mamíferos como leões, hipopótamos, elefantes, leopardos, rinocerontes, girafas, antílopes e búfalos. O parque também possui hienas, chitas, macacos, além de mais de 500 espécies de pássaros.
Serengueti, na linguagem da tribo dos masai, a Maa significa "imensas planícies". Essa tribo vive nas dependências do parque e adjacências e parte do Quénia.
Fonte : Wikipédia
Arca albertina
Abrigam-se aqui mais de 850 espécies endémicas.
Há igualmente alguns rostos familares: mais de 50% das espécies de aves do continente habitam a região e quase 40% das espécies de mamíferos também.
Beija-flor-de-cabeça azul, Lobélia-gigante e Tasneirinha-gigante.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Face da Terra
A superfície terrestre é dominada pela água, que ocupa cerca de 70 por cento da sua totalidade. Esta característica marcante está na base da designação «planeta azul», pela qual a Terra é conhecida.
Os geólogos, no entanto, ocupam-se do estudo de toda a superfície sólida, que inclui o fundo rochoso dos oceanos e as áreas continentais.
Em Geologia, os termos «continental» e «oceânico» têm um significado diferente do que lhes atribui a Geografia, prevalecendo como critério distintivo a origem das rochas, controlada por mecanismos tectónicos.
O vulcanismo, característico dos limites divergentes de placas, é um processo tipicamente oceânico, gerando rochas oceânicas, mesmo em áreas emersas. Sucede na Islândia, onde a zona de fractura correspondente à fronteira entre as placas euro-asiática e norte-americana é visível fora de água.
Por outro lado, há regiões submersas que os geólogos consideram continentais, mas que nos mapas geográficos são oceânicas. É o caso das plataformas continentais, que marcam o limite geológico dos continentes e de algumas depressões continentais que, em função de oscilações periódicas do nível do mar, ficam umas vezes emersas e outras submersas.
É o caso da passagem da França para as ilhas britânicas, que pertencem, portanto, àquilo que em Geologia se considera o domínio continental.
EuCRUST-07: A new reference model for the European crust
Powerpoint (link)
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
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