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sexta-feira, 18 de novembro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
Multiplicação vegetativa
Nas plantas, existe também a possibilidade de obter, por multiplicação vegetativa, novos indivíduos a partir de diferentes partes do progenitor. Seguem-se alguns exemplos de varias dessas estratégias reprodutoras.
Rizomas - caules subterrâneos horizontais, que armazenam substâncias de reserva, podendo, a espaços regulares, produzir raízes, folhas e flores. Se houver separação do rizoma em várias partes, resultam plantas-filhas; é o que acontece, por exemplo, nos fetos e no trevo.
Estolhos — caules aéreos, finos, que possuem crescimento horizontal e originam novas plantas, a espaços regulares, em cada nó. Até ao desenvolvimento completo da planta-filha, esta é alimentada pela planta-mãe. Quando a planta-filha consegue produzir os seus compostos orgânicos, o estolho seca e degenera, tornando-a independente; é o que se verifica, por exemplo, no morangueiro.
Tubérculos — caules subterrâneos entumecidos, como, por exemplo, a batata, ricos em substâncias de reserva, que possuem «olhos» ou gemas, saliências que vão originar novas folhas e uma nova planta.
Bolbos - caules subterrâneos verticais, de forma cónica, com várias escamas carnudas, podendo cada uma delas originar uma nova planta; è o caso da cebola, do alho e dos gladíolos.
Réplicas — pequenas plântulas que são originadas nas extremidades das folhas de algumas plantas, como no Bryophyllum. Quando formadas, as pequenas plantas caem no solo e formam raízes, ficando independentes da planta-mãe.Réplicas de Bryophyllum
Réplicas de Bryophyllum
domingo, 18 de setembro de 2011
Como se chegou ao modelo do DNA?
Um dos desafios que os cientistas têm vindo a enfrentar é o de explicar como é que a partir de uma única célula inicial, o ovo, se origina um indivíduo adulto multicelular, diferenciado e funcional.
Nas décadas de 20 e 30 do século passado, os bioquímicos, além de já conhecerem o DNA, sabiam que no núcleo das células existiam cromossomas; sabiam que estes continham DNA e proteínas; sabiam, ainda, que o metabolismo celular resultava da atuação equilibrada de enzimas e que estas eram produzidas a partir de informações contidas no núcleo, melhor dizendo, nos cromossomas.
Inferiram, então, ainda que não houvesse comprovação experimental, que o núcleo deveria conter exemplares de cada enzima/proteína da célula. À medida que a célula necessitasse, seriam feitas cópias. Ao DNA caberia a função de proporcionar uma estrutura sobre a qual se dispunha a «coleção» de proteínas.
A inversão destas suposições ficou a dever-se a uma série de experiências científicas.
Fonte : Santillana - 11º ano
Ficha de Trabalho (link)
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