No interior das placas tectónicas existe um conjunto de vulcões, não menos importantes que os referidos anteriormente - os vulcões intraplacas. Este tipo de vulcanismo não se localiza, geralmente, como os dois casos anteriores, nas fronteiras das placas tectónicas, mas no interior das placas tectónicas. O planalto do Decão (índia) e algumas das ilhas da Islândia e dos Açores estão associadas a este tipo de vulcanismo, que, tal como o vulcanismo associado a limites divergentes, é um vulcanismo do tipo efusivo.
A origem destes vulcões encontra-se associada aos pontos quentes (hot spots).
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Um ponto quente é um centro de actividade vulcânica, passada ou presente, que se encontra associado a uma pluma térmica, originando, geralmente, ilhas vulcânicas no interior das placas litosféricas. As plumas térmicas são colunas de material magmático quente e pouco denso que sobe ao longo do manto, até à base da litosfera, onde terminam com a forma de cogumelo. O magma que ascende ao longo da pluma térmica vai alimentar um vulcão à superfície da litosfera.
Os pontos quentes mantêm uma posição fixa no manto e originam, à superfície, vulcões efusivos, de lava basáltica. Como a litosfera se movimenta devido à expansão provocada junto das fronteiras divergentes e como o ponto quente se mantém fixo, com o passar dos tempos vai-se formar um alinhamento de vulcões, tanto mais antigos quanto mais afastados do rifte e do ponto quente. À medida que a placa litosférica se movimenta, o ponto quente, como é fixo, deixa de alimentar um vulcão, que se extingue, passando a alimentar um novo vulcão.
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