domingo, 16 de outubro de 2011

Multiplicação vegetativa

Nas plantas, existe também a possibilidade de obter, por mul­tiplicação vegetativa, novos indivíduos a partir de diferentes par­tes do progenitor. Seguem-se alguns exemplos de varias dessas estratégias reprodutoras.

Rizomas - caules subterrâneos horizontais, que armaze­nam substâncias de reserva, podendo, a espaços regulares, produzir raízes, folhas e flores. Se houver separação do rizoma em várias partes, resultam plantas-filhas; é o que acontece, por exemplo, nos fetos e no trevo.

Estolhos — caules aéreos, finos, que possuem crescimento horizontal e originam novas plantas, a espaços regulares, em cada nó. Até ao desenvolvimento completo da planta-filha, esta é alimentada pela planta-mãe. Quando a planta-filha consegue produzir os seus compostos orgânicos, o estolho seca e degenera, tornando-a independente; é o que se verifica, por exemplo, no morangueiro.

Tubérculos — caules subterrâneos entumecidos, como, por exemplo, a batata, ricos em substâncias de reserva, que possuem «olhos» ou gemas, saliências que vão originar novas folhas e uma nova planta.

Bolbos - caules subterrâneos verticais, de forma cónica, com várias escamas carnudas, podendo cada uma delas ori­ginar uma nova planta; è o caso da cebola, do alho e dos gladíolos.
Réplicas — pequenas plântulas que são originadas nas extre­midades das folhas de algumas plantas, como no Bryophyllum. Quando formadas, as pequenas plantas caem no solo e formam raízes, ficando independentes da planta-mãe.


Réplicas de Bryophyllum


Réplicas de Bryophyllum

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